Brasil, tesouro das artes reunidas

Sexta-feira, dia do grito… do grito de Carnaval!!

 

Podia contar sobre a história do Carnaval, podia dizer o quanto os blocos estão dando cores a capitais como São Paulo e Rio, podia contar sobre o tema principal do Carnaval do Rio, podia contar as diferentes formas de brincar o Carnaval no Brasil, em Salvador (BA), em Olinda (PE), em Manaus (AM), na Ilha de Superagui (PR), ou em Porto Alegre (RS).

Mas quero fazer uma homenagem ao Brasil, tesouro das artes reunidas.

Bom Carnaval, minha gente!

 

Samba Enredo 1956 – Brasil, fonte das artes
Salgueiro (RJ)

Clique na imagem para ouvir o samba-enredo

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Vem aí o NOVOCINE 2017!

Novembro em Madri traz consigo o aquecimento nas casas, as castanhas assadas e o festival NOVOCINE de cinema brasileiro.

Quatro filmes baseados em histórias reais e três ficções aproximarão o espectador desta 11ª edição a diferentes tempos e lugares do Brasil e mostrarão sentimentos e aspectos tão diversos como a paternidade, os medos, os desafios, os segredos, a frustração, os ciúmes, a luta, a esperança, a vingança, a aceitação, o amor e, em alguma ocasiões, o humor.

Este ano será de 22 a 29 de novembro, no Palacio de la Prensa, em Callao. Atenção, porque este ano todos os filmes serão exibidos lá, com 2 passes, sempre às 19:00 e às 21:30. É grátis e qualquer pessoa pode pegar máximo 2 entradas 1 hora antes do filme.

Como de praxe, na noite de estreia será sorteada 1 passagem com direito a acompanhante para Salvador, capital da Bahia, e depois do filme haverá um show do grupo Uirapuru Urbano.

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Explicação da eternidade

devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.

os assuntos que julgámos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.

por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.

os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.

foste eterna até ao fim.

José Luís Peixoto, in “A Casa, A Escuridão”

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