Boas vindas a 2017!

Já é costume escrever algo para o começo do ano. Desta vez o texto vai ser curto. E o enfoque muito diferente.

happiness-jar-2016

Conheci a Elizabeth Gilbert há anos quando li “Eat, Pray, Love”, li em inglês, por isso o título vai no original. A partir de então vi um vídeo muito legal seu no TED Talks, e posteriormente comecei a seguí-la no Facebook.

Há um ano vi uma publicação sua que me encheu de inspiração, e já se transformou num costume para o resto da minha vida.

Ela tem um pote da felicidade (happiness jar). O meu se chama pote de coisas boas.

Funciona assim: todos os dias, antes de dormir, escrevo num papelzinho algo bom que me aconteceu durante esse dia, dobro, e guardo nesse pote.

Um pedacinho de papel, normalmente reciclado. Demoro 30 segundos. E pronto.

Todos os dias.

Entre 365, haverá dias bons e dias não tão bons, não é? Por mais que o dia tenha sido duro, triste, chato, cinza, vai haver algo bom em algum momento. Seja um aprendizado, um segundo de serenidade, de conexão consigo mesmo numa situação de nervoso, ansiedade ou falta de paciência. Com o tempo vai-se aguçando a percepção para anotar os acontecimentos, e no fim, saem naturalmente.

Algumas vezes que estava viajando, anotei as coisas no meu caderninho, ou no celular, e depois ao voltar pra casa se transformaram em novos papeizinhos para o potinho.

No fim do ano (ou quando você decidir) chega a hora de abrir os papéis e conferir quantos episódios positivos ocorreram nesse período.

O pote não precisa ser grande. Pode ser de plástico, uma caixinha, um envelope… o importante é mantê-lo à vista, para lembrar sempre que sucedem coisas boas no nosso dia a dia.

Todos os dias.

Com esse espírito, desejo um 2017 cheio de pequenos papeizinhos a você!

Um abração!

Sobre Cristina Pacino
Nascida em São Paulo, residente em Madri. Relações Públicas por decisão. Professora de Idiomas por vocação e mestrado. Paixão por ensinar, vivo para aprender. Quero contribuir para uma sociedade com mais opiniões próprias, ideias originais e criatividade. Acredito que aprender um novo idioma é gerar oportunidades de experimentar a vida sob outras perspectivas. Fundamental: aprender, adaptar-se e mudar. Sigo as palavras de Cora Coralina: "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."

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