Estudar a fogo lento

Estudar é como cozinhar: precisa de fogo lento e um descanso para dar um bom resultado.

Assim como um bom feijão, uma carne de panela, uma tortilla, o estudo requer dedicação, paciência, bons ingredientes, recursos e tempo. E que o cozinheiro (assim como quem aprende) esteja ali abrindo a tampa da panela de vez em quando, sentindo o cheiro da comida e experimentando.

Relendo o David A. Sousa no How The Brain Learns comprovei que estudar todos os dias do mesmo jeito, horas e horas a fio, além de chato, é improdutivo. Inclusive para prestar concurso público!

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Carne de panela, que delícia! Melhor se feita a fogo lento, e apreciada no dia seguinte.

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Relato – Como aprendi outros idiomas

Em Amsterdã, há alguns anos. Foto: Jaime Suárez

Muito além das fórmulas mágicas, considero que duas coisas são imprescindíveis para aprender um novo idioma: querer e estar motivado.

Acho que não existe uma idade certa para aprender uma língua, Leia mais deste post

“Ligando o botão do idioma” no seu cérebro

Você já ouviu falar de um fenômeno chamado “priming” ou “primado”? É a memória inconsciente, a identificação perceptiva e instantânea entre palavras e objetos. Refere-se à ativação de associações na memória justo antes de levar a cabo alguma tarefa ou ação. Leia mais deste post