Machismo em Angola e no Brasil

Mesmo trabalhando com adultos, é importante ouvir a juventude. Né?

Hoje temos 18 minutos de debate entre 3 jovens angolanos que moram no Brasil e comentam sobre o machismo no Brasil e em Angola, o comportamento da juventude entre homens e mulheres, como era “ontem” e como é hoje.

Esse vídeo trata o tema do machismo em si, e pode ser visto pelas pessoas que estão aprendendo português para ouvir a forma de falar dos angolanos, seu sotaque, seu vocabulário e neste caso, 3 gracinhas de youtubers. O vídeo serve para aprender a lingua portuguesa, cultura, e ajudar a pensar de forma diferente. Kuia muito esse tipo de vídeo! É bué de fixe!

Serve também para brasileiros conhecerem como os angolanos falam. No começo pode ser um pouco difícil de entender, mas depois de 2 minutos verá que se acostuma.

Com todos vocês, Ayrton PDF do Gringolândia TV, Ruth Catala e Fernando Filó

Depois de ter assistido o vídeo, diga-nos, como é no seu país? E se mora fora do país onde nasceu, como é aí? Conte-nos, vamos interagir!

Mais desses 3 youtubers:

 

 

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Sobre Cristina Pacino
Nascida em São Paulo, residente em Madri. Relações Públicas por decisão. Professora de Idiomas por vocação e mestrado. Paixão por ensinar, vivo para aprender. Quero contribuir para uma sociedade com mais opiniões próprias, ideias originais e criatividade. Acredito que aprender um novo idioma é gerar oportunidades de experimentar a vida sob outras perspectivas. Fundamental: aprender, adaptar-se e mudar. Sigo as palavras de Cora Coralina: "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."

2 Responses to Machismo em Angola e no Brasil

  1. Bia Ribeiro says:

    Adorei o vídeo, Cristina! Nasci e ainda moro no Brasil. Ainda há muito machismo, sim. Há movimentos para a mudança, mas o caminho é longo. Há muita desigualdade, violência, abuso, assédio. E número de feminicídios é absurdo!

    • Muito fofos esses 3 conversando, né, Bia?!
      Pois é, aqui na Espanha sim que há machismo, mas acho que o despertar das pessoas é diferente do Brasil. Enquanto no nosso país morre 1 mulher a cada 2 horas, na Espanha este ano morreram 11 mulheres por violência de gênero, e quando isso acontece, aqui sai no jornal. Nunca deveria acontecer. Acho que sim a sociedade está mudando e cada vez mais os jovens têm que abrir novos caminhos, e aprender com o passado, sobre o que não se deve fazer.

      Aqui tem um link para consultar: http://ibasque.com/mujeres-muertas-en-espana-por-violencia-machista/

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